O António empenhou-se seriamente no curso de preparação, era vê-lo a alimentar-se bem (sem enjoos),ultrapassar os testes exigidos e até fazia trabalhos que não eram requeridos, tal como descer aos porões para realizar a estiva da carga. Foi portanto, devido a esta maneira de ser e aliado à sua natural simpatia, adoptado e mimado por toda a tripulação.
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| A frugalidade aqui não era requerida |
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| Um atum Yellowfin |
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| Vestindo o fato de sobrevivência sob o olhar do Contramestre |
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| O Niculae a desejar boa sorte |
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| Entrando para o tanque |
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| O teste |
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| Uff, sobreviveu! |
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| Molhou-se um pouco, pode não parecer, mas estava frio |
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| Os mimos da tripulação |
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| António e Ravara o Cozinheiro |
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| Caleiro, António e Ravara |
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| O António continuava a dar no duro |
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| No salão de oficiais após o final do Quarto (serviço) |
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| Mário e Manuel Mendes |
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| Entretanto na oficina do electricista comem-se potas |
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| São só secas com sal, mas muito boas |
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| São secas e curadas pelo frio |
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| Ravara pai, o Substituto do Mestre-de-Redes |
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| Com a sua equipe tirando redes |
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| Mais a norte começam a aparecer os cachalotes |
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| António ajudado pelo Caleiro |
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| Prepara-se para descer aos porões |