Largámos do porto da Figueira da Foz por volta das 02.00 da manhã, esperando pelo Cap Fúria de Francisco Calão, que vinha da Costa Nova e em cuja tripulação vinha José Artur S. Marcos. Chegados a Lisboa, houve tempo suficiente para abastecer o barco para a viagem, cuidar das eletrônicas cujas lojas estavam em Lisboa e assistir ao Briefing da regata no hotel D. Pedro. Houve um atraso deliberado na partida, devido a uma tempestade que estava a 20 milhas da costa. Não serviu de nada, a tempestade mantinha-se e ao sair da costa de Lisboa houve dois barcos que se destacaram. Isto segundo um navegador solitário português, num veleiro Belga, que estando a chegar a Lisboa vindo do Brasil, se entusiasmou e acompanhou a regata até à Madeira. Com efeito e segundo ele, destacaram-se ao começar a apanhar o temporal O Cap Fúria e o Hetaira, que saíram com um rumo determinado num estendal de panos ao vento. Foi graças a esse temporal, que permitiu ao Hetaira chegar num honroso 4º lugar, visto ser uma embarcação algo pesada para regatas.
Quanto ao velejador português, alugou o seu barco no Machico a um português radicado em França e que estava em férias na Madeira. Acabou por ser acolhido no Hetaira, durante o tempo em que alugou o seu barco.
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| Chegávamos a Lisboa |
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| Havia preparativos a fazer |
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| Rui Esteves na saída de Lisboa, decidido a enfrentar o temporal |
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| Estava a ficar duro |
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| Depois de uma noite de inferno, o tempo amainou |
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| Os golfinhos de alto mar |
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| António Sottomayor (foi nosso cozinheiro brilhantemente) e o seu sobrinho |
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| O piloto Banal (nosso amigo) Tó Sottomayor e o seu sobrinho |
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| Chegada a Machico |
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| O Banal |
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| Tó Sottomayor e Joana Paião |
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| Machico |
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| As castanhetas |