sábado, 8 de outubro de 2022

A partir de Vigo sai o Santa Cristina para a sua viagem nº 83

 

 Preparávamo-nos para rumar novamente às águas da Terra Nova, desta vez num novo navio e a partir de uma base diferente. Navegaríamos no Santa Cristina, navio só com porôes para 550 toneladas, e um porão de sal, embora não esteja em funcionamento. Mas enquanto no Santa Mafalda os porões eram de aproximadamente 950 toneladas, fazendo 2 viagens por ano, no Santa Cristina eram necessárias 3 viagens por ano e as estadias mais curtas, 15 dias sensívelmente.

Partíamos de Vigo em 27 de Janeiro de 2007, onde a empresa basearia a sua frota. Depois da despropositada e exagerada intervenção das nossas autoridades, na chegada da viagem 66 do Santa Mafalda à Gafanha da Nazaré, a empresa mudaria os seus navios para Vigo. Os espanhóis agradeciam, enquanto as oficinas, carpinteiros, estivadores, mullheres das limpezas, enfim, toda a economia que gira à volta de navios de pesca longínqua ficaria sem efeito. 



A equipa que tomaria conta da casa do enfermeiro


O ajudante de cozinha e o substituto do contramestre o outro é de terra

Damas, uma velha companhia

Os rebocadores

João Ré o chefe de máquinas de terra

Alfredo Fonseca o imediato e João José o chefe de terra




O Santa Isabel ao fundo

O Santa Mafalda



























O capitão Manuel Mamede ajuda o empregado de câmaras, Pedro, no computador

Pedro

Salão de oficiais

Franco o cozinheiro



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