Bom, o navio estava por fim bem carregado e com bom peixe. Mas a viagem não chegava ao fim, recebemos ordens para seguir para o porto de Harbour Grace, a Oeste e descarregarmos peixe do porão nº 1.
Assim o fizemos, à nossa espera tínhamos o representante do Armador e o Agente do navio. Uma curiosidade, os estivadores canadianos não permitiam que a tripulação pusesse as mãos na descarga. Assim tínhamos uma tripulação a observar de forma bem divertida, o desempenho dos estivadores canadianos e os seus intervalos programados para se sentarem em bancos colectivos, para cumprirem as normas de descanso dos sindicatos.
De resto esta era uma localidade bem simpática e que bem soube receber marinheiros que ansiavam por terra firme.
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| Chegámos bem cedo |
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| A catedral da cidade |
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| Era aqui que iríamos descarregar |
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| A ponte de comando do navio |
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| Já lá estavam outros |
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| Neste caso, estonianos |
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| Os estivadores canadianos |
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| Eduardo, representante do Armador e Frank Hatcher Agente de Navegação com a sua ajudante |
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| Breve teste de mar |
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| Frank Hatcher e a sua ajudante na Agência de Navegação |
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| Um estivador canadiano devidamente ladeado por dois membros da tripulação |
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| João Paulo Nango |
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| A malta |
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| O gasóleo para o navio |
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| E pronto, Harbour Grace ficava pela popa |
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