Preparávamo-nos para rumar novamente às águas da Terra Nova, desta vez num novo navio e a partir de uma base diferente. Navegaríamos no Santa Cristina, navio só com porôes para 550 toneladas, e um porão de sal, embora não esteja em funcionamento. Mas enquanto no Santa Mafalda os porões eram de aproximadamente 950 toneladas, fazendo 2 viagens por ano, no Santa Cristina eram necessárias 3 viagens por ano e as estadias mais curtas, 15 dias sensívelmente.
Partíamos de Vigo em 27 de Janeiro de 2007, onde a empresa basearia a sua frota. Depois da despropositada e exagerada intervenção das nossas autoridades, na chegada da viagem 66 do Santa Mafalda à Gafanha da Nazaré, a empresa mudaria os seus navios para Vigo. Os espanhóis agradeciam, enquanto as oficinas, carpinteiros, estivadores, mullheres das limpezas, enfim, toda a economia que gira à volta de navios de pesca longínqua ficaria sem efeito.
 |
| A equipa que tomaria conta da casa do enfermeiro |
 |
| O ajudante de cozinha e o substituto do contramestre o outro é de terra |
 |
| Damas, uma velha companhia |
 |
| Os rebocadores |
 |
| João Ré o chefe de máquinas de terra |
 |
| Alfredo Fonseca o imediato e João José o chefe de terra |
 |
| O Santa Isabel ao fundo |
 |
| O Santa Mafalda |
 |
| O capitão Manuel Mamede ajuda o empregado de câmaras, Pedro, no computador |
 |
| Pedro |
 |
| Salão de oficiais |
 |
| Franco o cozinheiro |