domingo, 9 de outubro de 2022

Inicio da pescaria no meio do frio



  Nesta viagem nº 83 do Santa Cristina, que se iniciou em 27 de Janeiro de 2007, era notório o frio nem sequer o nevar, mas o gêlo! Estávamos nos pesqueiros do norte em busca da tão almejada palmeta. O navio não era tão modernizado como o Santa Mafalda, o parque de pesca era mais arcaico, mas o entusiasmo da tripulação compensava.

  

O 1º lance na palmeta

Cristóvão o Obélix e o Contramestre Fernando "Sapata"

O ajudante do 2º motorista

Manobra de virar o aparelho de pesca


A sonda do canhão instalado na rede de pesca






Rui Caçoilo, já navegou comigo no Murtosa e no Santa Mafalda

Zé Cruz o guincheiro



E "prontos" já está, dúvidas?












Mauro o substituto do mestre de redes



Rui um pequeno gigante no gainhuço





Um perigo

Aparece disto às vezes

Rui alimenta as serras



O ajudante de cozinha busca algo que interesse ao seu departamento









sábado, 8 de outubro de 2022

A partir de Vigo sai o Santa Cristina para a sua viagem nº 83

 

 Preparávamo-nos para rumar novamente às águas da Terra Nova, desta vez num novo navio e a partir de uma base diferente. Navegaríamos no Santa Cristina, navio só com porôes para 550 toneladas, e um porão de sal, embora não esteja em funcionamento. Mas enquanto no Santa Mafalda os porões eram de aproximadamente 950 toneladas, fazendo 2 viagens por ano, no Santa Cristina eram necessárias 3 viagens por ano e as estadias mais curtas, 15 dias sensívelmente.

Partíamos de Vigo em 27 de Janeiro de 2007, onde a empresa basearia a sua frota. Depois da despropositada e exagerada intervenção das nossas autoridades, na chegada da viagem 66 do Santa Mafalda à Gafanha da Nazaré, a empresa mudaria os seus navios para Vigo. Os espanhóis agradeciam, enquanto as oficinas, carpinteiros, estivadores, mullheres das limpezas, enfim, toda a economia que gira à volta de navios de pesca longínqua ficaria sem efeito. 



A equipa que tomaria conta da casa do enfermeiro


O ajudante de cozinha e o substituto do contramestre o outro é de terra

Damas, uma velha companhia

Os rebocadores

João Ré o chefe de máquinas de terra

Alfredo Fonseca o imediato e João José o chefe de terra




O Santa Isabel ao fundo

O Santa Mafalda



























O capitão Manuel Mamede ajuda o empregado de câmaras, Pedro, no computador

Pedro

Salão de oficiais

Franco o cozinheiro



sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Interlúdio formativo

 


 

 Em Agosto de 2006 desembarco da Santa Mafalda, a fim de tirar a Cédula Marítima, aproveitando para frequentar os cursos de "Cuidados Médicos a Bordo de Navios" (no Instituto de Tecnologias Náuticas, em Paço de Arcos) e "Controle de Operações de Combate a Incêndios" (por intermédio da Escola Náutica Infante D. Henrique, em Paço de Arcos), com a prática realizada na Base Naval do Alfeite, da Marinha de Guerra Portuguesa.

Seguidamente iria mudar de navio e embarcar na Santa Cristina.