O dia da saída começou mal, o cozinheiro escolhido para fazer a viagem,
teve um colapso cardíaco na manhã do dia de largada. A empresa foi então à
escola de pesca, onde o Amador tirava a Cédula Marítima, solicitar o seu
empréstimo para colocar o navio no pesqueiro. Regressaria à escola logo que
possível e a empresa providenciaria um substituto.
Durante a armação do navio para a campanha de pesca, ocorre um
acidente grave com o substituto do contramestre, ficou com o polegar preso numa
patesca à popa e perdeu a polpa do polegar esquerdo. A indicação era de o
evacuar através de um navio que regressasse a Portugal, ora perante a incerteza
e o tempo de viagem, decidiu-se fazer a sua recuperação a bordo, tendo corrido
bem.
Entretanto o Amador vai de passagem
para Portugal e o regresso à escola de pesca, o capitão Silva Santos pede ao
enfermeiro que o substitua até vir outro, ao que este aceita com o compromisso
do capitão ceder o seu timoneiro David, com quem já tinha navegado no Murtosa.
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| Os Açores |
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| Silva Santos e Francisco Pinho |
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| A mesa da mestrança ao almoço |
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| O refeitório |
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| A mestrança |
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| O gosto pela cozinha já vinha do Murtosa |
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| Abreu o 3º motorista |
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| Alberto Cá a fazer o pão |
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| Cortando a batata para fazer carne à Braz |
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| Uma praxadela do Amador no dia da sua saída |
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| Lá vai o nosso estimado cozinheiro |
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| Os timoneiros |
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| O Laranjinha e o Jean Charcot |
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| Fernando, Carlos e o Mestre de Redes, António Vasconcelos |
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| Francisco Pinho vai regressar a Portugal, sendo rendido por Joaquim Tavares |
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| Através do Jean Charcot |
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| O novo cozinheiro vem num navio espanhol |
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| Aí está ele |
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| Manobra de reabastecimento com o Calvão |
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