domingo, 25 de setembro de 2022

A viagem nº 67 do Santa Mafalda

 

  O dia da saída começou mal, o cozinheiro escolhido para fazer a viagem, teve um colapso cardíaco na manhã do dia de largada. A empresa foi então à escola de pesca, onde o Amador tirava a Cédula Marítima, solicitar o seu empréstimo para colocar o navio no pesqueiro. Regressaria à escola logo que possível e a empresa providenciaria um substituto.

  Durante a armação do navio para a campanha de pesca, ocorre um acidente grave com o substituto do contramestre, ficou com o polegar preso numa patesca à popa e perdeu a polpa do polegar esquerdo. A indicação era de o evacuar através de um navio que regressasse a Portugal, ora perante a incerteza e o tempo de viagem, decidiu-se fazer a sua recuperação a bordo, tendo corrido bem.

  Entretanto o Amador vai de passagem para Portugal e o regresso à escola de pesca, o capitão Silva Santos pede ao enfermeiro que o substitua até vir outro, ao que este aceita com o compromisso do capitão ceder o seu timoneiro David, com quem já tinha navegado no Murtosa.


Os Açores

Silva Santos e Francisco Pinho

A mesa da mestrança ao almoço

O refeitório

A mestrança


O gosto pela cozinha já vinha do Murtosa


Abreu o 3º motorista

Alberto Cá a fazer o pão

Cortando a batata para fazer carne à Braz

Uma praxadela do Amador no dia da sua saída


Lá vai o nosso estimado cozinheiro


Os timoneiros








O Laranjinha e o Jean Charcot


Fernando, Carlos e o Mestre de Redes, António Vasconcelos


Francisco Pinho vai regressar a Portugal, sendo rendido por Joaquim Tavares



Através do Jean Charcot


O novo cozinheiro vem num navio espanhol


Aí está ele








Manobra de reabastecimento com o Calvão







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